Não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. O quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha.
Pode parecer loucura. Mas a frase acima vêm de um filme. Rocky Balboa para ser mais preciso. Não que tenha atração por filmes hollyudianos. Até porque raramente tenho tempo de assistí-los. Mas essa frase, proferida pelo personagem protagonizado por Sylvester Stallone demostra como a devemos agir na vida.
Na última semana eu estava prestes a entrar em um colapso nervoso devido ao stress. O excesso de dedicação ao trabalho e atividades a ele ligado, me levaram a um estado de intensa descarga de adrenalina junto ao sistema nervoso. A doutora que me atendeu no Pronto-Atendimento Sul aqui em Joinville - o famoso ‘PA do Itaum’ - sugeriu dois dias de licença (quinta e sexta-feira) e 3 mendicamentos. A licença, decidi estender ao final de semana. Já os medicamentos tem lá, seus efeitos colaterais. Um deles, por exemplo, me garantiu durante esses dias, um sono prolongado de 12 horas. Nunca havia dormido tanto. O interessante é o tipo de pensamento que situações como essa possam nos remeter. Durante esses dias, lembrei de minha mãe. Aos que não sabem, ela faleceu no início deste ano, aos 58 anos e tinha um ritmo de trabalho constante. Costureira durante toda a sua vida, dificilmente dizia um ‘não’ à suas clientes. O que passei, e as lembras de minha mãe me fazem entender que também é preciso, as vezes, dizer não. Na expectativa de agradarmos constatemente os outros, a nossa saúde e a nossa vida - que o que realmente importa - podem estar correndo perigo. E pior. Mesmo como todo esses esforço, nem sempre agradamos.
O combate ao stress não é fácil, mas existem algumas medidas que aliviam e podem ajudar muito. Quaisquer que sejam as medidas indicadas, o reconhecimento do problema é o primeiro passo para se resolver o problrma. A partir de então programe o que fazer, o importante é tentar e mudar.
Emocionante. É essa a palavra com a qual posso definir a 7º Assembléia Municipal da Juventude Socialista do PDT, realizado na tarde de hoje. Enfim, após dois anos a frente do movimento juvenil de nosso partido aqui na cidade, passei a presidência ao companheiro Charles Henrique Voos, que ocupou a vice-presidência nestas últimas duas gestões. Num primeiro momento, posso dizer que é extremamente complicado se acostumar com a situação de ser um ex-presidente. (risos). O que me alegra, é saber que os novos Dirigentes que hoje tomaram posse, estão devidamente comprometidos com o legado histórico do trabalhismo. Sei também, que a presidência de nossa Juventude Socialista, se encontra em boas mãos.
Diferentemente do que eu imagina, não estarei distante da atual direção. Ao contrário. Sou agora, Presidente de Honra, por proposição dessa nova direção. Quero agredecer aos mesmo, que reconheceram os trabalhos que desenvolvendo nestes ultimos dois anos, tanto estando a frente da Juventude Socialista do PDT, quanto ao lado das lutas populares.
Quero agradecer também ao compenheiro Getúlio de Freitas, nosso Novo Secretário-Geral. A ele, devo alguns méritos, como retomada de nossa atuação junto ao Movimento Estudantil. Retomada essa que resultou em inúmeras conquistas nesse campo.
Desejo sorte e um bom trabalho aos companheiros que assumem agora a Direção Municipal da Juventude Socialista do PDT. Eles iniciam agora, uma jornada pela retomada do Fio da História.
O Secretário da Habitação, Alsione Gomes de Oliveira Filho, sugeriu. A Juventude Socialista do PDT, através de sua nova Direção, hoje em nossa Assembléia Municipal, propôs. Então, porque não?
Sou movido a desafios. Sei que a batalha é longa. Mas também sei que não importa quais são os obstáculos no caminho. Afinal, nada pode calar centenas de vozes clamando por mudança. Certa vez me disseram, que não podemos fazer isso por um coro de cínicos. Estes, apenas vão se tornar, cada vez mais estridentes e dissonantes.
Já pediram a nossa gente, que não analisassem mais a realidade. Há mim pediram que não oferecesse a nossa gente, falsas esperanças. Eu realmente acredito, que a esperança da pequena menina da escola degradada pelas enchentes em Blumenau, é a a mesma de um rapaz que tem sua educação nas ruas aqui de Joinville.
Talvez seja hora de lembrar, que algo novo deva acontecer no Estado de Santa Catarina. Talvez seja hora de mostrar aos políticos tradicionais, que não estamos tão dividicos como eles sugerem. Que somos um povo. Que formamos um grande estado. E que juntos, podemos começar a escrever um grande capítulo da história catarinenses. Eu acredito que este seja o grande momento. Um momento de Sangue Novo Em Brasília.
A proposta de implantação do Orçamento Participativo (OP) em Joinville não é recente. O atual prefeito Carlito Merss já havia apresentado a proposta nas campanhas eleitorais de 2000 e 2004 - e em ambas, eu havia apoiado seu nome como candidato a prefeito. Já nas eleições do ano passado, a idéia foi incluída no Programa de Governo do candidato a prefeito pelo PDT, Rodrigo Bornholdt. A proposta, fazia parte do programa denominado Decidir. Com a eleição de Carlito no segundo turno, era mais do que imaginável, que o Orçamento Participativo fosse adotado como parâmetro de decisão orçamentaria popular. A unica diferenda entre os OPs defendidos pelo PT e pelo PDT, é a fatia de recursos destinada pelo projeto. Rodrigo Bornholdt propôs no ano passado, que 40% dos recursos municipais fossem utilizados na execução de obras definadas pela comunidade.
Mas enfim, participei hoje da Plenária que abrange minha região. O OP elebadora pela atual gestão é muito bem planejado. Desde o processo de inscrição, chegando até a eleição dos delegados. A proporção é interessante: para cada grupo de 10 pessoas, a comunidade obtem o direito de eleger 1 delegado. Na noite de hoje por exemplo, nossa região teve a oportunidade de eleger 30 delegados, sendo 7 deles localizados em meu bairro. Agora é aguardar as reuniões dos delegados com suas bases, e assim definir as obras prioritárias de casa região.
Assiste as declarações abaixo, no sábado passado. Nelas, o Dr. Leonard Horowitz afirma, que o vírus H1N1 teria sido criado em laboratório, tendo em vista contratos milionários entre governos e a industria farmaceutica. Verdade ou Mentira?
Enfim, o reboliço do empresariado catarinense era de se esperar. Afinal, o projeto acaba mexendo com o lucro de tais empresários. Há inclusive aqueles, que alegam que o acordo salarial deva ser negociado entre os empregadores e empregados - não se atentando é claro, que o empregado é sempre o lado mais fraco da história, tendo sempre, que aceitar as imposições patronais. E isso, sem contar que não estamos falando em salários milionários, já que os valores propostos pela lei são um pouco mais da metade da média paga. Dessa forma, o nosso empresariado mostra que é mesmo, fã da usura social.
Praticamente todos os jornais do nosso estado notíciaram a morte de Baltasar Buschle, ex-prefeito de Joinville. E nós, neste momento de angústia, dor e sofrimento, nos solidarizamos junto aos seus familiares.
Mas apesar disso, é necessário lembrar que, embora sua biografia o retrate com um administrador público que enfrentou desafios - já que na época, o Governo do Estadou bloqueou os repasses obrigatórios ao nosso município -, Buschle sempre representou os interesses da Associação Comercial e Industrial de Joinville (ACIJ), entidade ao qual esteve ligado até o final de sua vida.
Buschle foi eleito pelo Partido da Representação Popular (PRP) - partido identificado com os ideais de Plínio Salgado e ao Movimento Integralista Brasileiro - com apoio do Partido Social Democrático (PSD). O velho Partido Trabalhista Brasileito (PTB) - fortemente ligado aos sindicatos e aos trabalhadores da época -, encontrou (com ressalvas) em Baltasar Buschle a oportunidade de desbancar os 15 anos anteriores de administração udenista, encerrados com o falecimento do então prefeito João Colin.
Morreu Baltasar Buschle. Mesmo reconhecendo sua intensa participação e importância na vida política de nossa cidade, essa morte não é nossa. Não é de alguém comprometido com a luta dos trabalhadores joinvilenses.
Isso sem contar seu conglomerado midiático: O Sistema Mirante de Comunicação. Entre as empresas que integram o grupo, econtra-se a afiliada da Rede Globo de Televisão, no Estado do Maranhão. Grupo, que aliás, ele construiu com várias concessões que ele mesmo, no Palácio do Planalto - enquanto Presidente da República -, por decreto, concedeu a parentes e amigos.
O mais interessante, é que esse império, começou a ser erguido com sua posse em 1966 como Governador do Maranhão. Em seu discurdo, uma série de promessas foi realizada. Sabendo que aquele ato, retrava um momento histórico, o então jovem governador solicitou ao então amigo e cineasta Glauber Rocha que registrasse a festa. O cineasta foi além. Contrastou as promessas de Sarney com imagens da realidade maranhense de mais de 40 anos atrás, resultando no documentário ‘Maranhão 66‘. Assim como Luiz Carlos Azenha, acredito que ver este filme - postado abaixo - deveria ser obrigatório para quem pretende estudar a história política contemporânea do nosso país.
Robson Cunha é jornalista e Presidente de Honra da Juventude Socialista do PDT e tem defendido as bandeiras históricas do trabalhismo brasileiro. Atualmente tem se dedicado a Campanha Nacional pela Moradia Digna e ao Movimento Educacionista.